Mostrando postagens com marcador Sonhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sonhos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de julho de 2011


Não tenha medo de sonhar. Não tenha medo de acreditar. Não tenha medo de amar. Não tenha medo de ser quem você é. Não se arrependa das suas escolhas, muito menos de viver a vida da forma que resolveu. Peça desculpas pelas suas palavras mal escolhidas, não pelas mudanças que desejou fazer. Não deixe que pensamentos e opiniões alheias te atinjam, pois elas são alheias a tudo o que você é e que elas não sabem. Não tenha medo do impossível, mas não leve a sério a possibilidade de todas as coisas. Certas coisas serão como são, e não da forma que você quer. Compreensão é fundamental. Não falte com paciência para aqueles que não te aceitam, pois a diferença atinge a muitos e de muitas formas. Simplesmente seja, sorria, e siga em frente. Abrace aqueles que você não tem medo de gritar que ama, principalmente os que não têm vergonha de retribuir. Se não basta para você, basta para mim.

quarta-feira, 8 de junho de 2011



Coisas que quero, coisas que gostaria, coisas que desejaria. Coisas que são, ou deixam de ser.
Mudar tantas coisas. Mudar-me. Tirar essa mudança de humor que por mim corre, que tantas coisas estraga, que se estraga com tão poucas coisas.

Problemas. Isso que me move. Tenho tantas confusões, tantas desilusões, tantos desentendimentos. Gostaria de descobrir uma forma de poder resolvê-los, sem ter um pai que venha levantando a voz porque você não aceita, porque você não quer, porque não te entende, mesmo sem admitir. Queria ter um mundo só meu, para onde eu pudesse fugir sem que ninguém percebesse, sem que ninguém soubesse como chegar para poder chorar minhas mágoas em paz. Onde elas fossem levadas pelo vento, para depois se dissipar e nunca mais voltar. Onde a alegria pudesse reinar sem a interferência de meu humor. Para poder me afastar de tantas coisas que conseguem me fazer chorar só por estarem acontecendo. E me mandar parar não funciona.

Me afastar. Tão tentador. E tão impossível.
Quem me dera fosse culpa da minha teimosia. Mas é apenas ausência. É aquela sensação de se sentir uma formiga, pequena, perdida e sozinha no meio da multidão, sendo pisada, sem querer, por qualquer um. Nem a formiga entende. Quanto mais os que a cercam. Insignificante.

Queria alguém por perto, um ombro para o qual eu pudesse fugir e só soltar no dia seguinte, depois que os raios de um mesmo sol trouxessem um dia completamente novo, uma nova esperança. Já que as soluções me parecem inviáveis no momento. E da minha maneira de ver, é como se elas não existissem.

Não é que tudo seja tão assim. É só que estou sensível demais comigo mesma, e muitas coisas se aumentam enquanto outras diminuem. Minha tendência a se fechar e só desabafar com uma caneta e papel é bem grande nessa hora. A de achar que ninguém se importa. A de só olhar o lado ruim das coisas.
Não é que eu ache isso certo. É só que queria algo diferente, que me fizesse mais feliz.
Não é que a felicidade não exista para mim. É só que eu tenho que encontrá-la quase sempre por mim e meu reflexo, e me contentar ali. E às vezes, ela não está perto, não é fácil de se acessar.  
Não é que aqui não tenha coisas boas. É só que poderia ser muito melhor.

Me deixe sonhar. Ou venha e torne isso real, de alguma forma.

domingo, 13 de março de 2011

     E a perfeição do meu conto de fadas, cadê? 
Isso porque as pessoas cismam em nos mostrar histórias perfeitas e irreais, sem antes nos contar que elas não são de todo, possíveis?

     Velha afirmação aquela que diz nada é perfeito. Todos sabem que a verdade é assim. Grande parte é a que dá bola para isso, sabe que os defeitos existem e estão ali, sempre presentes - e é "completamente" feliz olhando somente para o lado bom. E há aqueles que preferem sonhar com seu conto de fadas, com castelos e príncipes encantados. 
     Tem quem prefira misturar tudo, um pouco de cada, mudar de opinião a cada dia. O que importa, é que todos mantém uma mesma (e diferente) ideia, imagem, sobre perfeição.
     Será esse o motivo que nos leva a ler livros onde tudo parece perfeito? Claro, há os problemas costumeiros, de qualquer história boba, água com açúçar. Mas no final das contas, sabemos (ou veremos) que o viveram felizes para sempre estará lá, antes do ponto final. Eu sempre me perguntei "tá, e o que aconteceu depois?", com aquele ar de inteligente, que não se conforma em ter chego na contra-capa. 
     Sim, eu sei, livros são livros, não a vida real, mesmo que esta sempre seja o ponto de partida para qualquer ideia. Não se pode comparar, isso é óbvio, entretanto... quem nunca se deixou levar? Pelos livros, pelos sonhos mais íntimos? E até terminou um pouco decepcionado com a verdade em que esbarrou?
     E agora, esse mundo imperfeito atrapalha alguma coisa? Não dá para encontrar, para realizar, para viver como fazemos em sonhos? Talvez sim, talvez não. Depende de muitas coisas, inclusive de vontade. E, de não se deixar levar, por um simples primeiro pensamento, sobre pessoas que, aparentemente, são perfeitas. Isso engana. Talvez ela seja a perfeição que você queria, com todos os efeitos e defeitos. E isso só vai mudar, quando sua maneira de enxergar mudar. E, não tenho certeza se prefiro dizer que eu mudaria alguma coisa. (:
     Porque muitas vezes vale mais viver uma bela ilusão em uma meia verdade, do que sofrer por causa de uma verdade completa. Apesar de que a tristeza seja um final imutável.